Existem diversos tipos de pessoas por aí, com diferentes sotaques, vocabulários, estilos, diferente modo de agir e de pensar.
E vemos que quando começamos a andar muito com uma pessoa, ou com um grupo de pessoas, começamos a parecer mais com eles.
Um amigo que só fala usando gíria, você começa a falar da mesma maneira...
Um amigo que é viciado em fórmula 1, você começa a entender de fórmula 1...
Quando vamos viajar, até mesmo um sotaque diferente nós pegamos...
As vezes andamos tanto com uma pessoa que até mesmo a maneira de se vestir, de pensar e de agir, começa a ser igual...
Com Jesus não é diferente...
Quando você começa a andar com Ele, sua vida é transformada também. E quanto mais você anda com Ele, mais parecido fica. Sua maneira de pensar, 
sua maneira de agir... Tudo muda, e pra melhor... 
Não é difícil andar com Jesus, pois mesmo que todos os teus amigos te abandonem, Ele sempre está lá, de braços abertos te esperando, não se importando com a situação em que você se encontra, mas apenas esperando pra poder te abraçar e te dizer Eu te amo... 

E você, se parece com quem?




A World Wide Web (conhecida como WWW) existe há mais de vinte anos, e eu quero discorrer sobre os crentes bereanos. O que isso tem que ver com a grande rede?
Os crentes de Bereia (sem acento, atendendo ao Acordo Ortográfico) foram considerados mais nobres do que os tessalonicenses (At 17.10,11). Mas observe que estes também eram nobres: “Pelo que também damos, sem cessar, graças a Deus, pois, havendo recebido de nós a palavra da pregação de Deus, a recebestes, não como palavra de homens, mas (segundo é, na verdade) como palavra de Deus, a qual também opera em vós, os que crestes” (1 Ts 2.13).

Surpreendo-me, quando leio as Epístolas Paulinas, com a segurança de Paulo. Ele afirmou, no versículo acima, que os tessalonicenses fizeram bem em receber a sua pregação como Palavra de Deus! Isso mesmo. Paulo se portou como um autêntico dono da Verdade! Quem faz isso, hoje, é tido como arrogante, intransigente… Ele, porém, tinha convicção porque havia recebido do Senhor, segundo as Escrituras, as mensagens que compartilhava (1 Co 4.6; 11.23; 15.1-4; Gl 1.8).

Mas, por que os cristãos de Bereia foram considerados mais nobres do que os de Tessalônica? Porque, além de receberem com toda avidez a pregação de Paulo e de outros expoentes, examinavam “cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim”. Ou seja, os bereanos também tinham total segurança de que andavam segundo a Palavra de Deus. Eram, por assim dizer, donos da Verdade, isto é, portadores da Verdade recebida do Senhor (Dt 6.6; Sl 119.11).

Na grande rede há dois tipos de webdiscurso que não devem ser recebidos de bom grado. Há quem propague o relativismo, defendendo que cada um deve ter a “sua verdade”. E existem aqueles que ficam furiosos com quem combate o erro, tornando-se duplamente contraditórios, uma vez que também combatem — e das maneiras mais espúrias — os que criticam, de modo legítimo (Jo 7.24; Tt 1.10,11), heresias, modismos, aberrações, incongruências…

Sejamos webereanos, crentes nobres na World Wide Web; isto é, webcristãos que, de bom grado, leem (sem acento, atendendo ao famigerado Acordo) um texto, em um weblog, ouvem um podcast ou assistem a um vídeo no YouTube, mas não abrem mão da Palavra de Deus.

Os webereanos são cristãos seguros, donos da Verdade, não porque seguem a um blogueiro formador de opinião. Eles podem até respeitá-lo, como os bereanos honravam o apóstolo Paulo. Mas a segurança deles vem da Palavra de Deus. E, por isso, não se irritam com quem propaga e defende a Verdade com segurança, à semelhança do imitador de Cristo, que, ao combater o erro, afirmou: “… estou incumbido da defesa do evangelho” (Fp 1.16, ARA).

Que Deus nos ajude a sermos webverdadeiros.

O nome dele é Jotta A, e apareceu no programa do Raul Gil, no quadro, "Jovens Talentos Kids". É impressionante a voz deste garoto. Confira!






Tenho alguns clientes e outros prospects que, não importa a hora do dia, o dia da semana ou a semana do mês, são impossíveis de agendar uma reunião. Independentemente do cargo ou nível hierárquico, estão sempre ocupadíssimos.
Outros, ao contrário, são sempre solícitos, disponíveis e receptivos, nem que seja para um simples café ou um bate-papo descompromissado. Pode ser no fim do mês ou na segunda-feira. Pode ser no quinto dia útil ou um almoço demorado.
Pois recentemente comecei a perceber outro traço em comum entre os dois tipos: geralmente os Disponíveis são profissionais de alta performance, enquanto que os Ocupados fazem um feijão-com-arroz muito do básico, autênticos dois de paus.

Falta de tempo, afobação, pressa, atrasos ou perda de prazos normalmente são sintomas da pessoa pouco competente que, no mínimo, não sabe organizar seu tempo. Se você ficar ao lado de uma pessoa assim perceberá, rapidamente, que ela não sofre de excesso de trabalho, mas de falta de competência.
Provavelmente vai reparar, também, que o Ocupado acha bonito parecer sobrecarregado, tem orgulho do seu estresse e, erroneamente, vê na constante reclamação sobre falta de tempo um sinal de alta competência.
Profissionais Disponíveis, por outro lado, planejam suas atividades de forma impecável e, ainda mais importante, executam seus projetos com igual precisão. São focados, determinados e assertivos. Vão direto ao ponto, tiram os problemas da frente e ainda têm tempo para outras coisas, como estudar e se aprimorar.
Aliás, possivelmente é por isso que são profissionais melhores. Porque, ao contrário do Ocupado, o Disponível tem tempo para si – tanto pessoal quanto profissionalmente.
Se você acha que está no grupo dos Ocupados, então o primeiro passo é se dar conta disso, reconhecer que tem um problema e que isso atrapalha o seu desempenho. O segundo é buscar meios de melhorar. E um bom início está bem aqui ao lado, na coluna Senhor do Seu Tempo, do Christian Barbosa. Agora trate de arrumar um tempo e passe lá para dar uma olhada!


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"Feira" vem de feria, que, em latim, significa "dia de descanso". O termo passou a ser empregado no ano 563, após um concílio da Igreja Católica na cidade portuguesa de Braga - daí a explicação para a presença do termo somente na língua portuguesa. Na ocasião, o bispo Martinho de Braga decidiu que os nomes dos dias da semana usados até então, em homenagem a deuses pagãos, deveriam mudar. Mas espera aí: se feria é dia de descanso, por que se usa "feira" apenas nos dias úteis? Isso acontece porque, no início, a ordem do bispo valia apenas para os dias da Semana Santa (aquela que antecede o domingo de Páscoa), em que todo bom cristão deveria descansar. Depois acabou sendo adotada para o ano inteiro, mas só pelos portugueses - no espanhol, no francês e no italiano, os deuses conti- nuam batendo ponto dia após dia. As únicas exceções assumidas pelos nossos irmãos bigodudos - e depois incorporadas nas colônias portuguesas - foram sábado e domingo (Prima Feria, na Semana Santa), que derivam, respectivamente, do hebreu shabbat, o dia de descanso dos judeus, e do latim Dies Dominicus, o "Dia do Senhor". Desde 321 os calendários ocidentais começam a semana pelo domingo. A regra foi imposta naquele ano pelo imperador romano, Constantino, que, além disso, estabeleceu definitivamente que as semanas teriam sete dias. A ordem não foi aleatória: embora na época os romanos adotassem semanas de oito dias, a Bíblia já dizia que Deus havia criado a Terra em seis dias e descansado no sétimo e, ao que tudo indica, os babilônios também já dividiam o ano em conjuntos de sete dias.



Em outras línguas, o mais comum é homenagear deuses ou astros nos dias da semana

Língua, dia da semana - Espanhol / Mesmas explicações do Francês e Italiano
Domingo - Domingo / Dia do Senhor
Segunda-feira - Lunes / Dia da Lua
Terça-feira - Martes / Dia de Marte
Quarta-feira - Miércoles / Dia de Mercúrio
Quinta-feira - Jueves / Dia de Júpiter
Sexta-feira - Viernes / Dia de Vênus
Sábado - Sábado / Dia do shabbat
Língua, dia da semana - Sueco / mesmas explicações do norueguês
Domingo - Söndag / Dia do Sol
Segunda-feira - Måndag / Dia da Lua
Terça-feira - Tisdag / Dia de Tyr, deus nórdico da guerra
Quarta-feira - Onsdag / Dia de Woden ou Odin, deus supremo dos nórdicos e pai de Tyr
Quinta-feira - Torsdag / Dia de Thor, deus nórdico do trovão
Sexta-feira - Fredag / Dia de Freyja, mulher de Woden e deusa da beleza
Sábado - Lördag / Dia do banho
Língua, dia da semana - Alemão
Domingo - Sonntag / Dia do Sol
Segunda-feira - Montag / Dia da Lua
Terça-feira - Dienstag / Dia de Tyr
Quarta-feira - Mittwoch / Média semana
Quinta-feira - Donnerstag / Dia do trovão
Sexta-feira - Freitag / Dia de Freyja
Sábado - Samstag / Dia do shabbat
Língua, dia da semana - Inglês
Domingo - Sunday / Dia do Sol
Segunda-feira - Monday / Dia da Lua
Terça-feira - Tuesday / Dia de Tyr
Quarta-feira - Wednesday / Dia de Woden
Quinta-feira - Thursday / Dia de Thor
Sexta-feira - Friday / Dia de Freyja
Sábado - Saturday / Dia de Saturno



Quando tinha por volta de cinco anos de idade, próximo a casa que morava, havia um acampamento de ciganos. Eu tinha muito medo deles. Depois tive medo de Papai Noel. Cresci e conheci outros medos. Das pessoas que conheço, todas, sem exceção, convivem com alguns tipos de medo. Alguns exagerados, outros bobos, e aqueles justificáveis. Mas a pergunta que incomoda é: qual o seu grande medo? Identifique-o e confronte-o.
Foi esta pergunta que Marcelo Tas, dentre outras, teve que responder numa entrevista para Marília Gabriela. Sua resposta revelou um medo que a maioria dos seres humanos tem. Sem pensar ele respondeu: Tenho medo da solidão. A entrevistadora não se conformou: Como, solidão? Você é um cara que vive cercado de gente, é super querido. De novo, sem precisar pensar sobre a convicção do seu medo, Tas acrescentou: Gabi, solidão, cada um tem a sua. Com esta frase, Marilia Gabriela parou de insistir.
Quem se sente ou já se sentiu solitário consegue entender o medo do Tas. A solidão machuca no profundo da alma. Esgota qualquer reserva de alegria. Expõe todas as características destruidoras da rejeição. A popular frase afirma: Nenhum homem é uma ilha. De fato não somos, pelo menos não fomos criados para suportar o isolamento de uma ilha, cercada de água e separada do continente.
Amos Oz, escritor israelense, falando sobre sua infância em Jerusalém na época do Holocausto, disse: Quando eu era criança, queria ser um livro quando crescesse, e não um homem, assim, pelo menos uma cópia de mim sobreviveria em alguma biblioteca distante, num país distante. Percebo neste sonho infantil declarado por Amos Oz o mesmo medo do Marcelo Tas, o medo do isolamento, do esquecimento, da solidão.
Solidão, concordo, cada um tem a sua. São cálices que temos que tomar sozinhos. No Getsêmani e na cruz Jesus enfrentou a solidão com resignação, obediência e oração. Ao final venceu, e na sua vitória temos a razão para termos bom ânimo: Ele venceu o mundo. Toda solidão um dia passará. O milagre da multiplicação de amados e amigos continua acontecendo na comunidade de fé, é para estes que o Espírito deixou este texto: Deus faz que o solitário more em família, Salmo 68.6. Enfrente seus medos, este Salmo é também para você.