Com a exceção de reis antigos, é pouco freqüente encontrar provas da existência de personagens que aparecem na Bíblia [na verdade, há muitos achados que confirmam a existência de vários personagens bíblicos], mas um pesquisador encontrou, no Museu Britânico, vestígios do general babilônio Nebo-Sarsequim, citado no livro sagrado do cristianismo [e do judaísmo].

O especialista na civilização assíria Michael Jursa descobriu uma pequena tabuleta de argila na qual o general é citado, informou hoje o Museu Britânico. Segundo a Bíblia, ele tomou parte no ataque a Jerusalém.

A tabuleta data de 595 a.C. e trata de uma oferenda de ouro apresentada por Sarsequim no templo principal da Babilônia, provavelmente em honra aos deuses. O objeto, gravado com escrita cuneiforme, a mais antiga conhecida pelo homem, é anterior à destruição de Jerusalém pelo Império da Babilônia, em 587 a.C.

De acordo com o capítulo 39 do Livro de Jeremias, Sarsequim esteve ao lado de Nabucodonosor, o rei de Babilônia, no ataque a Jerusalém.

Jursa, catedrático associado da Universidade de Viena, tem estudado tabuletas no Museu Britânico desde 1991. "Ler tabuletas babilônicas é, às vezes, muito trabalhoso, mas também muito gratificante", disse o especialista, em comunicado divulgado pelo museu.

Atualmente, apenas alguns estudiosos no mundo todo são capazes de decifrar a escrita cuneiforme, utilizada no Oriente Médio entre 3.200 a.C. e o século II d.C.

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Com a exceção de reis antigos, é pouco freqüente encontrar provas da existência de personagens que aparecem na Bíblia [na verdade, há muitos achados que confirmam a existência de vários personagens bíblicos], mas um pesquisador encontrou, no Museu Britânico, vestígios do general babilônio Nebo-Sarsequim, citado no livro sagrado do cristianismo [e do judaísmo].

O especialista na civilização assíria Michael Jursa descobriu uma pequena tabuleta de argila na qual o general é citado, informou hoje o Museu Britânico. Segundo a Bíblia, ele tomou parte no ataque a Jerusalém.

A tabuleta data de 595 a.C. e trata de uma oferenda de ouro apresentada por Sarsequim no templo principal da Babilônia, provavelmente em honra aos deuses. O objeto, gravado com escrita cuneiforme, a mais antiga conhecida pelo homem, é anterior à destruição de Jerusalém pelo Império da Babilônia, em 587 a.C.

De acordo com o capítulo 39 do Livro de Jeremias, Sarsequim esteve ao lado de Nabucodonosor, o rei de Babilônia, no ataque a Jerusalém.

Jursa, catedrático associado da Universidade de Viena, tem estudado tabuletas no Museu Britânico desde 1991. "Ler tabuletas babilônicas é, às vezes, muito trabalhoso, mas também muito gratificante", disse o especialista, em comunicado divulgado pelo museu.

Atualmente, apenas alguns estudiosos no mundo todo são capazes de decifrar a escrita cuneiforme, utilizada no Oriente Médio entre 3.200 a.C. e o século II d.C.


Hoje começamos um novo período, um novo ano. Nada mudou milagrosamente de um dia para o outro nas nossas vidas, apenas chegamos em uma época de festas, alegria e descanso para muitos.
Mas principalmente chegamos em uma época de reflexão. Uma época em que nós estamos habituados a parar e pensar naquilo que aconteceu no ano que se passou. E naquilo que esperamos para o próximo ano.
Apesar da troca do calendário, de começarmos uma nova “folhinha”, nada começou do zero. Nos continuamos com os mesmos bens, o mesmo temperamento, as mesmas dificuldades. E não só no começo do ano, mas a qualquer momento, sempre podemos mudar.
Agora, falar sobre princípio de coisas novas, começar do zero, isso nos lembra de um Fato muito importante e que devia ser lembrado todos os dias, porém tem perdido muito terreno na área científica para uma(s) teoria(s) recentes e sem bases bíblicas.
Você já deve ter descoberto do que se trata. O Fato, tão importante para nós, seres vivos, é a Criação. Falar sobre início nos lembra do Início de Tudo, quando nada ainda existia.
Olhe para o céu em uma noite estrelada. Como será que tantas luzezinhas foram parar lá? E como noite após noite, mês após mês, ano após ano,as constelações mostram sempre o mesmo desenho? Como os planetas giram em torno do Sol? E sem trombarem? Como surgiram?
Desde a antiguidade, as pessoas tentam responder essas e muitas outras perguntas. Há quem diga que surgiu tudo sozinho. Porém a resposta correta para essas e outras perguntas está em um livro que você já deve ter visto.
Na Bíblia, o primeiro livro já começa com a resposta para todas essas perguntas: “No princípio, criou Deus os céus e a terra.” (Gênesis 1:1 tradução de Almeida Revista e Atualizada). Resposta é Deus, na sua imensa sabedoria colocou elas lá.
Durante o início desse novo período, vamos nos lembrar do Início dos Períodos e agradecer a Deus por Ele nos ter feito à Sua imagem e semelhança. Você é parecido com Deus. Ele te ama. Ele te conhece. Ele quer viver com você para sempre. Aceite que o Criador seja teu amigo.


Autor: Yuri Kateivas


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A aparência da estrela de Belém, que segundo a Bíblia, orienta três reis magos ao lugar do nascimento de Jesus, pode ser apoiada pela ciência, de acordo com um astrônomo.

Mark Thompson, membro da Royal Astronomical Society e apresentador da Astronomy BBC, The One Show, fez uma pesquisa, na qual ele diz que pode explicar a história, contada no Evangelho de Mateus, sobre a estrela que levou os viajantes até Belém.

Usando os registros históricos e simulações de computador que permitem a posição das estrelas e dos planetas a serem traçados de volta ao tempo em que acredita ter nascido Jesus, afirma Thompson, houve um evento incomum astronômica.

Ele disse que, entre setembro e 3BC 2BC Maio houve três “conjunções” onde o planeta Júpiter e uma estrela chamada Regulus passaram perto um do outro no céu à noite.

O planeta passou Regulus primeiramente viajando em seu movimento habitual de Leste, antes, em seguida, apareceu e inverteu e passou novamente em direção oeste e depois mudou de direção, mais uma vez para retomar sua direção normal ao leste para passar a estrela por uma terceira vez.

Thompson disse que, “Os Três Reis Magos eram considerados por alguns como sacerdotes Zoroastrista, que eram astrólogos de renome na época, que o rei dos planetas passando tão perto do rei das estrelas em três ocasiões, teria sido muito significativo e poderia ter sido interpretada como o nascimento de um novo rei.

“Curiosamente, no mundo da astrologia, Júpiter é considerado o rei dos planetas e Regulus, que é a estrela mais brilhante no constelação de Leão, é considerado o rei das estrelas. “

Houve numerosas teorias apresentadas por astrônomos no passado como explicações científicas da Estrela de Belém, incluindo um cometa, uma supernova – quando uma estrela explode e produz enormes quantidades de luz – e um planeta.

Thompson disse que ele olhou “todas as possibilidades”, antes de ter à sua conclusão.

As três conjunções, que teve lugar em 14 de setembro 3BC, 17 de fevereiro 2BC e 8 2BC maio, foram causados por um fenômeno astronômico chamado de retrógrado movimento, em que um planeta aparecerá para impedir a sua normal leste deriva durante a noite e em vez de deriva em direção a oeste, por um período de várias semanas.

Isso acontece porque os planetas exteriores do nosso sistema solar orbitam o Sol a uma velocidade mais lenta do que a Terra e para o nosso planeta, ocasionalmente ultrapassa elas.

“O movimento retrógrado significou que o planeta estava viajando em um oeste direção do céu e por isso os [Três Reis Magos] podem ter seguido a partir Pérsia, “Thompson disse.

“Ao camelo teria levado cerca de três meses e curiosamente este tem aproximadamente o mesmo tempo de que Júpiter estava viajando nesta oeste direção.”

Ele acrescentou: “Não cabe a mim dizer se realmente a Bíblia esta certa ou errada, eu estou apenas desenhando sobre os fatos na minha frente.”

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