| Sábado | 9:00 | Escola bíblica |
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Quantas vezes já fomos enganados pelos sentimentos e emoções do nosso coração? Muitas vezes! Mas é o coração que continua construindo castelos cheios de poesia e amor. Bom é amar e ser amado. Bom é abraçar e ser abraçado. Bom é beijar e ser beijado. Assim Deus nos fez. Com a necessidade de viver emoções que desejamos mas não explicamos. Os que namoram, a esta altura, já planejaram presentes, cartões, surpresas. Os que não estão namorando também seguem sonhando, pois é do coração sonhar. Ele pode sofrer a solidão, desesperar-se na espera e, no entanto, o departamento dos sonhos do coração não para de trabalhar. Como pai já fiz as perguntas feitas pela maioria dos pais ao ver o olhar perdido de paixão no rosto de um filho: Quais os sonhos e imaginações estão tomando conta da cabecinha deste garoto, desta garota? Como saber? Como entender? Seguir o que o coração mandar, principalmente nos embalos do Dia dos Namorados, como sugere o título deste texto, parece um conselho bem arriscado. Seguir por onde o coração mandar parece inconsequente demais, conselho nada recomendável, ainda mais vindo de um pastor. Seguir os impulsos do coração, a princípio, é como seguir emoções variáveis e sucessivas. Ou seja, orientação arriscada. Contudo, se bem compreendida, bíblica. Este conselho está registrado em Eclesiastes 11.9. A frase solta até pode parecer inconseqüente, o versículo completo, porém, considera o risco e propõe o equilíbrio: Alegre-se, jovem, na sua mocidade! Seja feliz o seu coração nos dias da sua juventude! Siga por onde seu coração mandar, até onde a sua vista alcançar; mas saiba que por todas essas coisas Deus o trará a julgamento. A sabedoria do Eclesiastes merece nossa atenção e respeito. Apesar dos milênios que nos separam, é um texto atualíssimo e carregado de bom senso. Restringir a energia, criatividade e alegria da juventude apenas a liturgias solenes é uma impossível ilusão nutrida por pessoas em total descompasso com nosso tempo. Jovem, já dizia o humorista, é outro papo. Como segurar a usina de emoções, gritos, caretas, risadas, zueiras, apetites e disposições existente no coração de estudante? É, não dá. Talvez seja por isso que o Coração de Estudante do Milton Nascimento continua fazendo sucesso em nove de cada dez formaturas, é tocar a música e pronto, choram pais e filhos num misto de lembranças recentes e nostalgias passadas. É ai que está a grande sacada do Eclesiastes. Quando o pregador bíblico diz para seguir por onde o coração mandar ele sabe das emoções do caminho, pois já foi jovem, viveu seus anos dourados. Envelhecemos muito rápido para perder uma fase tão bela. O poeta Lulu Santos captou muito bem a idéia: Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia! Portanto, siga por onde seu coração mandar. A Bíblia reconhece: existem belezas que valem a pena serem vividas nesta fase. E quanto as belezas nem tão belas? E quanto aquelas coisas que muitos jovens julgam como sendo boas apesar dos pesares, afinal, quase toda galera faz e nada de grave parece acontecer, enfim, e quanto a estas coisas claramente contrárias a Bíblia e que seduzem o coração? Para estas coisas, o Eclesiastes avisa o risco: vai ter julgamento, e propõe o equilíbrio no lugar da proibição. Ou seja, viva a vida, mas lembre-se sempre de ser equilibrado, evite exageros, respeite seus limites, honre pai e mãe, obedeça a Deus, creia na providência dEle, afinal, no futuro, tudo que fazemos hoje será confrontado por Deus. Paulo, séculos depois, sintetizou bem a mesma ideia, pode-se tudo, desde que este tudo honre o Deus que você afirma servir. Nas palavras do apóstolo, quer você coma, beba ou faça qualquer outra coisa, faça tudo para a glória de Deus. I Coríntios 10.31. Por: Pr. Edmilson Mendes fonte: Sou da Promessa
Três estudos mostraram que orar pode ajudar a diminuir a raiva e a agressividade das pessoas. A pesquisa da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, revelou que as pessoas que foram provocadas por comentários ofensivos por um estranho mostravam menos raiva logo depois se orassem por outra pessoa enquanto eram provocadas. De acordo com o coautor da pesquisa, Brad Bushman, os benefícios da oração identificados nas pesquisas não dependem de intervenção divina e provavelmente acontecem porque o ato de orar mudou o jeito de as pessoas pensarem sobre uma situação negativa. “Descobrimos que a oração realmente ajuda as pessoas a lidar com sua raiva, ajudando-as a mudar o modo como veem as coisas que as deixaram bravas e a encará-las de uma forma menos pessoal,” disse Bushman. Os resultados da Universidade dizem também que o poder da oração não depende se a pessoa é religiosa ou frequenta o templo ou a igreja com frequência, pois a oração ajudou a acalmar as pessoas, independentemente da religião na qual elas acreditam ou com que frequência vão ao templo ou igreja ou ainda se oram (ou não) todos os dias. A pesquisa não avaliou em nome de quem essas pessoas estavam orando, esses três primeiros estudos apenas examinaram os efeitos da oração sobre a raiva e a agressividade. Bushman realizou a pesquisa em conjunto com Ryan Bremmer, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e com Sander Koole, da Universidade VU de Amsterdã, na Holanda. Embora os três estudos tenham abordado o assunto de formas diferentes, todas elas revelaram os benefícios de orar, explicou o pesquisador. Os resultados da pesquisa só valem para orações benevolentes defendidas pela maioria das religiões. Orações vingativas ou cheias de ódio, em vez de mudar o modo como as pessoas encaram uma situação negativa podem alimentar ainda mais a raiva e a agressividade. De acordo com Bushman, “quando as pessoas estão enfrentando sua própria raiva, elas devem levar em conta o velho conselho de orar pelos inimigos”. Fonte: Gospel Prime
Sentei-me, uma tarde, num parque do Norte da Inglaterra, ao lado de um velho mineiro aposentado. Notei que ele tinha uma longa cicatriz na face esquerda, que atravessava todas as rugas de seu rosto. “Sofreu algum acidente nas minas?”, perguntei-lhe. Um brilho estranho veio aos seus olhos, enquanto respondia: “Não, moço, esta cicatriz foi deixada por uma garrafa quebrada, quando na minha mocidade seguia o general William Booth, fundador do Exército da Salvação. Tenho orgulho desta cicatriz”.
Quando leio as Escrituras e encontro o versículo desta meditação, recordo, envergonhado, quão diminuto têm sido meus esforços e quão fraca, a minha resistência contra o mal, em nome de Jesus Cristo. A cicatriz honrosa que aquele homem trazia no rosto era, sem dúvida, “resistência até o sangue”. A maioria de nós não precisa, hoje em dia, sofrer a tal ponto, mas se quisermos realmente avaliar nossa resistência ao pecado e ao mal, temos de olhar para a cruz de Cristo e lembrar que Ele morreu para que tivéssemos vida. Não devemos nos alegrar pela Sua obra redentora em nossas vidas e ter orgulho dos conflitos que enfrentamos em seu nome? William Walton (Inglaterra)
Fonte: Gospel Prime
Ainda criança os avisos nas traseiras de caminhões e ônibus me intrigavam. Sonhava ser motorista de ônibus, era um veículo que me fascinava. Queria mais era me aproximar, não me distanciar. Paciente, toda vez que eu repetia a pergunta, meu pai respondia: Devemos manter distância para evitar acidentes. Insatisfeito, eu fingia entender a resposta. Quando escreveu à Timóteo, num certo trecho da sua segunda carta, no capítulo 3 de 1 a 5, Paulo deixou bem visível a placa para se manter uma segura distância de determinados tipos de pessoas: Nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. Alguns anos atrás, logo cedo, pronto para sair de casa, o telefone tocou trazendo uma notícia que mudaria toda minha agenda naquele dia. Um dos meus sobrinhos tinha acabado de afundar o carro na traseira de um caminhão. Os bombeiros levaram quase meia hora serrando as ferragens para poder retirá-lo do carro. No hospital, médicos não deram nenhuma chance, aliás, deram apenas uma certeza: Se sair daqui, se sobreviver, será com seqüelas no cérebro, na memória e no corpo para o resto da vida. Toda família, amigos e igreja colocaram-se num intenso clamor. Contrariando todos os prognósticos, em uma semana ele teve alta, em dois meses recuperou toda memória, nenhum osso quebrou, hoje leva uma vida absolutamente normal. Mesmo já tendo passado tanto tempo é difícil para mim escrever sobre esta experiência sem me emocionar. Um senhor, desconhecido de toda família, fez questão de ir até a casa do meu sobrinho para vê-lo recuperado, pois viu todo o trabalho de resgate feito pelos bombeiros. Depois de ver e abraçar meu sobrinho, ele disse: Você ressuscitou rapaz, foi um milagre, você nasceu de novo! Naquele dia eu estava na casa e testemunhei toda a emoção daquele senhor. Naquele dia todas as respostas e explicações do meu pai ficaram claras, devemos manter distância para evitarmos acidentes, em muitos casos acidentes mortais e irreparáveis. A tragédia física na vida do meu sobrinho também fez aguçar minha percepção das tragédias espirituais que podem acontecer se não mantivermos a devida distância. A lista detalhada por Paulo a Timóteo parece ter sido escrita ontem. Dá a impressão que Paulo pegou as últimas pesquisas comportamentais, os últimos estudos sociológicos, se conectou aos canais mais antenados com nosso tempo, leu jornais, assistiu TV, respirou o clima nas corporações e partidos políticos, checou o que se anda fazendo nas noites, cruzou dados e informações e concluiu, pronto, esta é a lista. Todas as características e comportamentos listados por Paulo se relacionam com a gente diariamente. Ao menor descuido podemos ser engolidos. Destes, disse o apóstolo, afasta-te! Sem dúvida, Paulo teve fortes razões para assim alertar a Timóteo. Ficar junto seria como aceitar as práticas das pessoas listadas por ele. Ficar junto seria como abrir mão da liberdade conquistada em Cristo para viver numa libertinagem escravizante. O afastar-se recomendado por Paulo aponta para se evitar o mínimo indício de comunhão com tais visões e filosofias. O afastar-se não significa fugir tão somente, também significa denunciar e confrontar, afinal, são tempos trabalhosos. Enfim, regule os freios das suas ações, certifique-se que as luzes do farol que iluminam seus pensamentos não se queimaram. Ou seja, revista-se todo dia do Senhor e da força do seu poder, então saia, vá a luta, encare o mundo, memorize a lista e não se esqueça: mantenha distância. Paz! Por: Pr. Edmilson Mendes Fonte: Sou da Promessa
“Isso ainda é um projeto para daqui a dois ou três anos talvez, mas estou com muita vontade de juntar essa galera gospel e fazer um trabalho bacana. Não quero me tornar evangélico, mas sei que posso falar de Deus de uma maneira ousada e jovial”, comentou.
Para o projeto, que ainda não foi batizado, Latino pretende reunir grandes cantores do estilo evangélico: “Precisamos ficar de olho no mercado musical e sempre buscar novas inspirações. Eu mesmo quero compor as músicas que falem de Deus de uma forma bem alegre, com romantismo também. Vou trabalhar muito para me consolidar também nesse meio”, explicou.
Quando eu li esta reportagem hoje de manhã me deu uma certa revolta, as pessoas estão cada dia mais brincando com aquilo que diz respeito à Deus. Música gospel não é somente um estilo de música qualquer, algo do tipo só pra ganhar dinheiro e fama, mais sim um tipo de música que fala de um Deus verdadeiro, que prega a palavra de Deus, que leva uma palavra de consolo ao coração triste, uma palavra de ânimo para o cansado, que mostra ao pecador que Deus o ama, perdoa os seus pecados e transforma a sua vida, que mostra o verdadeiro sentido do amor.
Deus não não quer ninguem falando dEle de maneira "ousada e jovial, Deus quer pessoas que falem com ousadia sim, mais ousadia espiritual, ousadia na palavra dEle sabendo bem o que esta cantando". Só espero que os cantores gospel não aceitem participar dessa palhaçada, porque ai sim veremos quem é verdadeiros adoradores. Assim como a bilblia diz: "(Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem"). João 4:23
A biblia nos ensina a amar e orar pelos pecadores, vamos orar para essa criatura pois quem sabe quando ele começar este projeto Deus não faz a obra na vida dele, pra Deus nada é impossivél.
Fonte: umap-vca
A obesidade é socialmente contagiosa, diz um estudo da Universidade do Estado do Arizona (EUA).
Segundo os autores da pesquisa, antropólogos, o fato de que a obesidade se espalha entre amigos e parentes já era conhecido. Eles queriam observar como isso acontecia.
Eles entrevistaram 101 mulheres e 812 de seus amigos mais próximos e parentes.
Comparando o índice de massa corporal dessas mulheres aos de seus parentes e amigos, os pesquisadores confirmaram que o risco de obesidade aumenta se a rede de contatos da pessoa tem mais obesos.
A equipe examinou três possibilidades para a disseminação da obesidade por meio de conexões sociais.
Todas têm a ver com ideias compartilhadas sobre o que é peso adequado para essas pessoas.
"Você pode saber o que seus amigos acham que é um peso aceitável e mudar seus hábitos para alcançar essa meta. Ou você pode não concordar com o que seus amigos pensam mas se sentir pressionado a atingir esse ideal. Ou, ainda, você pode formar uma noção de peso adequado observado os corpos de seus amigos e parentes, o que acaba mudando seus hábitos de alimentação e exercícios.", afirma Daniel J. Hruschka, antropólogo e líder do estudo.
O fator de influência mais forte foi a observação, segundo os pesquisadores. Mesmo assim, sua ação é limitada. Outros fatores como comer e se exercitar junto com os amigos podem ser mais importantes do que os mecanismos analisados.
O estudo analisou também o estigma da obesidade. As voluntárias foram questionadas sobre se preferiam ser obesas ou ter problemas como alcoolismo ou herpes. Em muitos casos, as mulheres preferiam sofrer desses problemas a serem gordas. Cerca de 25% delas preferiam ter depressão grave à obesidade, e 14,5% preferiam ser cegas do que gordas.
"Esse estudo é importante porque mostra que apesar de o agrupamento de pessoas obesas ser uma realidade, não são as ideias similares sobre peso ideal que causam isso", afirmou Alexandra Brewis, uma das autoras do trabalho. "Precisamos nos concentrar no que as pessoas fazem juntas e não no que elas pensam."
Fonte: folha.com

