O jovem cristão de hoje tem muitas atividades diárias: família, estudos, igreja, trabalho, amigos, namoro... que tomam todo seu tempo e o cansa. Além dessas coisas boas, existem todos os tipos de pressões que o mundo impõe. Particularmente na vida do jovem, algumas têm mais influência, como a pressão sexual - o mundo quer que o jovem deixe os bons valores sobre relacionamentos sadios, o corpo como templo do Espírito Santo e a importância de se guardar para o casamento. Outras são a bebida e o cigarro, sem falar nas drogas, que são "brilhantes" atrativos para o jovem ficar "alegre", esquecer de seus problemas e curtir a vida. Muitos os atrativos do mundo na vida do jovem.
Mas a maravilhosa Bíblia ensina como podemos desviar os passos destas coisas! Tenho lido frequentemente o Salmo 119. No começo sentia certa preguiça devido a quantidade de versículos mas, quando comecei a ler não parei mais. Neste salmo há muitas armas que um cristão pode usar em situações de sua vida. Há também o ideal de como deve ser a meditação constante na Palavra e a apreciação pela mesma (Sl 119:97) e para nós jovens, revela que nosso caminho será purificado se a observarmos (Bíblia). Mas como faremos isso?
O salmista escreveu constantemente que os estatutos do Senhor eram seus guias, que ele os observava de dia e de noite para não ser confundido (6-11), para fugir de cair em tentações (101-105). Acredito que para usar essas palavras, ele as conhecia, ou seja, ele lia e meditava, e consequentemente aplicava o que aprendia em sua vida.
Perceba que é um processo prático de três partes:


1º Ler (conhecer)
Mesmo não conseguindo entender tudo que lemos, devemos simplesmente ler. A Bíblia é alimento para nosso espírito. No ínicio realmente é difícil, é preciso esforço e dedicação para criar um hábito. Já ouvi falar a seguinte frase: "Semeie um ato diário, colha um hábito. Semeie um hábito, colha um caráter. Semeie um caráter, colha um destino!"
E o alimento vem de acordo com a nossa "idade espiritual", ou seja, nossa maturidade. O crescimento espiritual é semelhante ao físico, no início precisamos de mingau e Papai nos dá algo fácil de ser entendido. Com o tempo, passamos a comer arroz com feijão, que são as bases para o sustento e chegará um momento (e esse é o objetivo) que iremos comer comida forte como feijoada sem problemas.

2º Meditar (entender)
No dicionário, meditar significa estudar, considerar, pensar sobre. Quando algo nos intriga geralmente ficamos pensando sobre aquilo por um tempo. Com a Bíblia funciona assim também, lemos algo que não entendemos e ficamos tentando entender, pensando sobre aquilo, "mastigando" a saborosa refeição. Algo que muita gente não faz e que ajuda muito: ANOTE! Anote o que vc entendeu, o q vc descobriu, suas dúvidas, etc. Isso ajudará a sua meditação e estudo. Não existe um verdadeiro estudo sem lápis (caneta) e papel por perto!
Há ainda um outro detalhe importantissimo:
"Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente."
1 Corintios 2:14
Ore! Ore antes de ler a bíblia para q o ESPIRITO SANTO ilumine seu entendimento! A atitude ideal quando não entendermos algo é buscar entender, se não conseguimos sozinhos, procuramos alguém (pastor, líder) que nos ensine. Mas precisamos conhecer a Palavra, porque ela é a arma que usamos para lutar contra a pressão e tentação que vem sobre nós. Quando entendemos o que foi lido, o ensino entra em nosso coração (se deixarmos) e começa a fazer parte das nossas atitudes, formas de julgar as situações, formas de agir etc. Precisamos meditar (mastigar) a Palavra para não sermos confundidos e a Bíblia chama de bem-aventurado aquele medita de dia e de noite.  Então passamos para o próximo estagio do processo, o da aplicação.

3º Aplicação
Como já vimos, após ler (conhecer) e meditar (entender) na Palavra, deixando ela entrar em nós, automaticamente começamos a aplicar o que foi aprendido. Nessa etapa a Palavra vira nossa arma e guia. Exemplo, quando alguma tentação vier sobre nós, lembraremos que nos foi ensinado: "resisti firmemente ao diabo e ele fugirá de vós" e isso nos ajudará a não cair. Ou então, quando cairmos e o diabo vier nos acusar lembramos ele que "…quem intentará acusação contra os filhos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo quem morreu, ou antes, quem ressuscitou e está assentado a direita de Deus e intercede por nós".
O tão conhecido "Lâmpada para os meu pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos" passa a ser prático nas situações do dia-a-dia, quando precisamos tomar uma decisão e não queremos errar lembramos daquilo que aprendemos (nos alimentamos) e tomamos a decisão, como fez o salmista em várias situações de perseguição, de angústia e tristeza, de indecisão, dizendo que por conhecer e observar a Palavra ele foi salvo.
Começamos a sentir desprezo pelas coisa do mundo e prazer pelas coisas que são do alto!
Assim como nosso corpo não vive em alimento, não podemos e nem devemos viver sem a Palavra! Como diria aquela velha frase: "Saco vazio não para em pé!" Então para que você não caia, leia, medite e aplique a palavra de DEUS! Alimente-se! Isso nos trará maturidade, e chegaremos as palavras do salmista:
"Tu, pelos teus mandamentos, me fazes mais sábio do que os meus inimigos; pois estão sempre comigo. Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação. Entendo mais do que os antigos; porque guardo os teus preceitos" (Salmo 119:98-100)

"Te incentivo a ler a Bíblia, (especialmente o Salmo 119) pois o mundo vem com tudo pra cima de nós, mas Deus nos dá as ferramentas necessárias para vivermos uma vida íntegra e em santidade. Jesus acredita em nós e Ele diz: "Jovens, sois fortes e já vencestes o maligno".
Por isso "busquemos com paciência a carreira que nos foi proposta" "não olhando para as coisas que para trás ficam, mas prosseguindo para O alvo."


Por Josué Gonçalves
Via: Amo Familia



No filme “O Gladiador” uma frase muito interessante me chamou a atenção. Eu já vinha me atentando à isso e assistindo essa sena fiquei ainda mais ligado. A frase que Maximus (o protagonista) diz é a seguinte “O que a gente faz aqui, ecoa na eternidade”.
Se a gente parar pra pensar nisso e ver como isso é maneiro e também ‘responsa’, muda nossa maneira de pensar pra vida toda. O ser humano acha que é eterno e sempre pensa no aqui e no agora, não é assim com você também?! Não é atoa que a gente se impressiona e nunca se acostuma com a morte.
Mas a Bíblia fala que refletir na morte e sobre a morte é sábio, pois nos faz pensar em deixar bons frutos aqui e criar frutos eternos, que nos influenciarão lá na eternidade.
Por causa disso, eu fiz uma análise mental sobre minhas motivações, meus objetivos futuros, meus sonhos. Caramba, vi que muita coisa não ia produzir nada que fosse eterno, nada que realmente gerasse algo digno (entendo como eterno transformar minha vida e ser um reflexo de Jesus na vida de pessoas à minha volta).
Poxa, é claro que ter um carro e uma casa legal é bom, confortável, mas viver para adquirir bens ou mesmo status é muito vazio, fala sério! Nenhum objeto pode nos dar paz e fazer a gente realmente feliz.
Quando entendemos que nosso poder aquisitivo e as coisas que temos podem ser instrumentos pra ajudar ou levar vida (da forma que seja) pra alguém mais e que tudo isso é passageiro, automaticamente a gente revê as prioridades e a distribuição do nosso tempo.
Uma coisa é inegável: a gente dedica mais tempo na vida pra o que realmente consideramos importante. Se você estiver com dificuldade de assumir quais são as suas prioridades, faz esse teste aí.

Fonte: UMAP-VCA


O Esporte Espetacular conseguiu a proeza de espalhar uma bobeira por muitos campos de futebol do país, a comemoração do gol imitando o João Sorrisão da Rede Globo. A proposta do programa chega a ser ridícula. O jogador que comemorar um gol fazendo a imitação ganha um boneco do João Sorrisão. Por que profissionais que ganham entre 50 e 200 mil reais se prestam a um papel desse? Falta-lhes dinheiro para comprar um João bobo?


Gol é o momento máximo do futebol, é o momento de explosões espontâneas junto com a torcida, é o momento de surpresa e desabafo, de expectativa e alívio, de superação e conquista. Definitivamente não é o momento para imitar-se um João bobo. Como bem definiu o Xico Sá, a comemoração de um gol é como a assinatura do artista no quadro, é algo único e exclusivo, não essa bobeira de imitar boneco para promover a audiência manipuladora de uma emissora.


Igrejas, infelizmente, também estão cheias de João Sorrisão. São pessoas que não pensam por si, não se esforçam intelectualmente em nenhum questionamento, são incapazes de provocar uma mísera reflexão interior, enfim, imitam mercenários da fé nos palcos do mundo gospel.


No aparente sacro-palco esses mercenários têm um sorrisão congelado, um movimento de corpo sempre repetitivo, se produzem para agradar e conquistar as massas com discursos absurdos cujos conteúdos se parecem com o do João Sorrisão, só tem vento. Então, o que vemos? Pessoas e mais pessoas dando sentido a uma antiga música do Zé Ramalho que diz: Ô vida de gado, povo marcado é povo feliz. Ou seja, massas e massas manipuladas, se realizando em fazer o que faz o João Sorrisão, escolhendo imitá-lo sem critério, crítica ou análise. Em outras palavras, escolheu porque um montão de gente está escolhendo, é moda, pegou.


Admiradores do futebol afirmam que são raras partidas como antigamente. Apaixonados pelo evangelho afirmam o mesmo, são raros cultos e crentes como os de antigamente. Ambos, em grande parte dos casos, viraram entretenimento e negócio. Ambos foram contaminados por esquemas, políticas, grana, interesses materiais. A comparação pode ser ofensiva para muitos, no entanto, lamentavelmente se aplica. E se aplica em grande parte por causa da proliferação do efeito João Sorrisão, um boneco bobo que leva um número cada vez maior de pessoas a imitá-lo. A diferença é que cada João Sorrisão do mundo gospel de bobo não tem nada.


Exclusivo, foi assim que Deus fez você. Único na personalidade, nos jeitos e trejeitos, nos temperamentos e tempêros. Imitar para quê? A essência da imitação só cabe em referência a Cristo. Sem fotos ou vídeos na internet restou-nos o melhor, o caráter. E é exatamente o caráter de Cristo que Paulo nos desafia a imitar, muito mais como inspiração e motivação do que como uma barata e tosca imitação exterior. Enfim, solte a válvula de ar do João Sorrisão, respire fundo e encha o peito de esperança pela vida que nos foi proposta. Tem sorriso, é certo. Mas também tem choro, muito choro. É tudo muito mais real do que pensamos que é, não duvide.


Pr. Edmilson Mendes
fonte: www.guiame.com.br



O departamento de pesquisa de novas mídias no New York Times apresentou um espelho capaz de interagir com o usuário e apresentar informações em sua superfície. O protótipo, que ganhou o nome provisório de "Espelho Mágico", utiliza a tecnologia do sensor de movimentos Kinect, da Microsoft, e um "sanduíche" de LEDs inseridos acima da superfície refletora para interagir com o usuário.
Os usos sugeridos pelo laboratório do NYT vão desde a exibição de informações relevantes pré-selecionadas para o usuário - que é reconhecido pela voz e por traços faciais - a exibição de dicas de cores de gravatas ideais, por exemplo. É possível ainda, via comandos de voz, consultar e alterar a agenda do dia, além de trocar mensagens e fazer compras.
Capaz de reconhecer etiquetas eletrônicas, o espelho pode ser usado ainda para consultar dosagens recomendadas de medicamentos. Na demonstração, o usuário pega uma embalagem de comprimidos e aponta para o espelho. A tela identifica qual o produto e informa qual o número de comprimidos que o usuário deve tomar.

Fonte: Globo.com



“Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água.”Salmos 63.1
     
Eu amava quando meu pai me levava de um lado para o outro no pescoço dele. Do alto a visão era privilegiada. Mas fui crescendo, senti vergonha, quis ser independente e caminhar sozinho! Os tombos eram inevitáveis, mas o meu pai, claro, sempre estava por perto e prontamente me colocava de pé outra vez. Mas fui crescendo, e mesmo caído tive vergonha, quis ser independente e me levantar sozinho! 
Quando a gente ia pra uma cidade grande segurava a mão dele na hora de atravessar a rua. Tinha medo dos acidentes. Mas fui crescendo, senti vergonha, quis ser independente e me livrar do perigo sozinho! 
Na escola tudo era novo e estranho. Chorei e por muitas vezes desejei ficar em casa. Para me incentivar, meu pai me levava até a sala de aula e fazia questão de me ensinar o que ele sabia. Mas fui crescendo, senti vergonha, quis ser independente e aprender sozinho!
Nos fins de semana amava passear com meu pai. A gente ia pra praça durante à noite, comia pipoca e comprava balões de ar. Mas fui crescendo, senti vergonha, quis ser independente e me divertir sozinho!
Como qualquer adolescente, sonhei em crescer rápido, completar dezoito anos, tirar a carteira de habilitação, ser maior de idade e totalmente “independente”!
Por que buscamos tanto essa independência? O pior é que também agimos assim com Deus.
Quando foi que você achou que poderia caminhar e chegar ao alto sozinho? Você acredita mesmo que não precisa do Pai para te levantar quando está prostrado diante dos problemas da vida? Você realmente acha que a mão forte Dele não é necessária para te livrar do mal? Será que você já sabe tudo para recusar o ensinamento Dele? É mesmo possível ter alegria, satisfação e se divertir sem a presença do Pai? O que te faz pensar que pode viver longe só porque acredita ser independente?
Hoje aprendi o verdadeiro sentido do crescimento. Grandes não são aqueles que acreditam poder tudo sozinhos. Maiores são os que não se envergonham de admitir a dependência!

 




Plugados em tudo,
comprometidos com nada.
Papo sem fim na sala de bate-papo,
fim de papo na sala de casa.
Histórias de ficção imperdíveis,
histórias de verdade desprezadas.
Corpos siliconizados,
cérebros congelados.
Um milhão de amigos na vida do orkut,
um milhão de problemas numa vida de solidão.
Gargalhadas infindáveis com estranhos,
silêncio sepulcral com gente do mesmo sangue.
Academia para malhar,
divã para desabafar.
Dezembro para extravasar,
janeiro para lamentar.
Capricho na estética,
relaxo na ética.
Línguas estranhas abençoando,
as mesmas línguas, estranhamente, amaldiçoando.
Conexão com o mundo de todo mundo,
comunicação travada com o próprio coração.
Caiu a conexão?
Nada de pânico,
o caminho para reconectar a alma está aberto,
ainda resta a oração.
Paz.



Nesta Bienal do livro do Rio de Janeiro, que vai de 1 a 11 de Setembro, Edmilson Mendes junto com a Danprewan lançaram o novo livro, Balada nº1.


Para realizar o download dos dois primeiros capítulos, clique na imagem.
Boa leitura!