Os sete pecados capitais são quase tão antigos quanto o cristianismo. Mas eles só foram formalizados no século 6, quando o papa Gregório Magno, tomando por base as Epístolas de São Paulo, definiu como sendo sete os principais vícios de conduta: gula, luxúria, avareza, ira, soberba, preguiça e inveja. Mas a lista só se tornou "oficial" na Igreja Católica no século 13, com a Suma Teológica, documento publicado pelo teólogo são Tomás de Aquino. No documento, ele explica o que os tais sete pecados têm que os outros não têm. O termo "capital" deriva do latim caput, que significa cabeça, líder ou chefe, o que quer dizer que as sete infrações são as "líderes" de todas as outras. E, do ponto de vista teológico, o pecado mais grave é a soberba, afinal é nesta categoria que se enquadra o pecado original: Adão e Eva aceitaram o fruto proibido da árvore do conhecimento, querendo igualar-se a Deus. A Igreja até tentou oferecer soluções para os pecados capitais, criando uma lista de sete virtudes fundamentais - humildade, disciplina, caridade, castidade, paciência, generosidade e temperança -, mas os pecados acabaram ficando mais famosos. Outras religiões, como o judaísmo e o protestantismo, também têm o conceito de pecado em suas doutrinas, mas os sete pecados capitais são exclusivos do catolicismo.


Fonte: Umap-VCA


A música foi e continua sendo elemento indispensável em todos os segmentos da história da humanidade, integrando a cultura de todos os povos. Todas as 24 mil etnias do mundo possuem sua própria música. 

Já ouvi muitas pessoas perguntarem: Será que existem ritmos e estilos de música que são demoníacas? Não podemos dizer que o rock, o blues, o jazz, ou os ritmos africanos sejam demoníacos, ou tenham sido criados com essa finalidade. Seria insultar a diversidade cultural da criação de Deus. 

Todos os estilos musicais são frutos da capacidade criativa que Deus deu aos homens. Em cada cultura, essa capacidade se expressa de uma forma diferente. Certamente, algumas culturas, não conhecendo o Deus desconhecido, oferecem suas capacidades criativas e artísticas aos demônios. Nesses casos, a missão da igreja é resgatar tais expressões de criatividade para o Criador de todas as coisas, Jesus Cristo. Pois, como escreveu Paulo aos Colossenses: “nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis.... todas as coisas foram criadas por ele e para ele” (Cl 1.16). 

Steve Lawhead fala muito bem a esse respeito: “Aqueles que tratam alguns estilos musicais como sendo do domínio do Diabo se esquecem de que Satanás é o pai da mentira e do caos. Ele não pode criar nada, apenas perverter as coisas boas que Deus criou, inclinando-as para seus fins.” 

Nada é do Diabo... tudo é de Deus! Quando dizemos que isso ou aquilo é do Diabo, estamos anulando a soberania divina. A Bíblia é explicita em dizer: “Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe, o mundo e os que nele vivem” (Sl 24.1). 

Resumindo! O que torna uma música maligna não é seu rótulo, não é se ela é chamada de secular ou cristã. Mas seu conteúdo, sua mensagem, sua motivação e seu propósito. 

Deus gosta de variedades. Os fatores mais interessantes quando observamos a música na Bíblia são a sua rica variedade e as poucas restrições quanto a seu uso. Variedade de instrumentos, de sons e volumes, de adoradores, de posturas e modos, de lugares, de ocasiões e de motivos. 

Vejamos algumas dessas variedades: 

Variedade de instrumentos musicais na Bíblia, divididos em três categorias: 
·         Instrumentos de sopro: cornetas/trombetas (Nm 10.9,10; 2Cr 5.12; Is 27.13), flauta dupla (Dn 3.5,15) e pífaro/flauta (Jó 21.12; Dn 3.5)
·         Instrumentos de cordas: harpa/lira (1Sm 16.23; Is 16.11), saltério (Dn 3.5,7,10,15) e cítara (Dn 3.5);
·         Instrumentos de percussão: tamborim (Ex 15.20; Sl 81.2), címbalos (2Sm 6.5; Sl 150.5) e chocalho (2Sm 6.5). 

Variedade de sons e volumes: 
·         Alto como o som de muitas águas, como o trovão, como o som dos harpistas (Ap 14.2,3);
·         Vozes acompanhadas por instrumentos (2Cr 5.12,13);
·         Sons de alegria (Ne 12.43);
·         Instrumentos ressonantes (2Cr 30.21);
·         Um barulho alegre (Sl 95.1). 

Variedade de adoradores: 
·         Cantores e músicos designados e treinados (1Cr 15.22);
·         Duetos (Jz 5.1);
·         Todo o povo (2Cr 23.13);
·         Tudo o que tem vida (Sl 150.6). 

Variedade de postura e modos: 
·         Batendo palmas (Sl 47.1);
·         Dançando (Ex 15.20);
·         Levantando as mãos para o santuário (Sl 134.2);
·         Em pé (2Cr 7.6);
·         Ajoelhado (Sl 95.6);
·         Usando repetições (o Salmo 136 repete 26 vezes a mesma frase: “porque a sua benignidade dura para sempre”) 

Variedade de lugares: 
·         Na grande congregação (Sl 68.26);
·         Nos muros de Jerusalém (Ne 12.31);
·         Na ampla sala no andar superior (Mc 14.15);
·         Descendo de um monte (1Sm 10.5);
·         No santuário (Sl 150.1);
·         Na cama (Sl 149.5);
·         Na prisão (At 16.25). 

Variedade de ocasiões: 
·         Na dedicação do muro da cidade (Ne 12.27);
·         Durante as ofertas (2Cr 23.18);
·         Acompanhando uma festa (2Cr 30.21);
·         Durante a unção do rei (1 Rs 1.34);
·         Durante a lua nova e durante a lua chia (Sl 81.3);
·         No culto (1Co 14);
·         Na celebração da Páscoa/ceia (Mc 14.26);
·         Num tempo de crise pessoal (At 16.25).
  
Variedade de propósitos: 
·         Para ensinar a verdade (Sl 1; 119; 127);
·         Para orar (Sl 3; 6; 38; 131; 137);
·         Para confessar pecados (Sl 51);
·         Para louvar (Sl 8; 18; 116; 138);
·         Para exortar (Sl 2; 131; 134; 136). 

O sacrifício de louvor que Deus aceita está revelado em Sua Palavra. Em Hebreus 13.15, somos exortados a louvar a Deus: “Por meio de Jesus, portanto, ofereçamos continuamente a Deusum sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15). No Salmo 50, Deus usa o salmista Asafe para expressar seu desejo: “Ouve, povo meu, e eu falarei; ó Israel, e eu protestarei contra ti: Sou Deus, sou o teu Deus. Não te repreenderei pelos teus sacrifícios, ou holocaustos, que estão continuamente perante mim. Da tua casa não tirarei bezerro, nem bodes dos teus currais. Porque meu é todo animal da selva, e o gado sobre milhares de montanhas. Conheço todas as aves dos montes; e minhas são todas as feras do campo. Se eu tivesse fome, não to diria, pois meu é o mundo e toda a sua plenitude. Comerei eu carne de touros? ou beberei sangue de bodes? Oferece a Deus sacrifício de louvor, e paga ao Altíssimo os teus votos.” (Sl 50.7-14). 

No Salmo 51, Davi nos ensina que o sacrifício de louvor que Deus aceita: “Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca entoará o teu louvor. Pois não desejas sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos. Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” (Sl 51.15-17). Os sacrifícios de louvor para Deus são o espírito quebrantado! 

Usemos toda a criatividade que Deus, o Criador, compartilhou com a humanidade para o louvor da sua glória, “porque dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas. Glória, pois, a Ele, eternamente. Amém!” (Rm 11.36).



Fila, quem gosta? Não conheço ninguém que goste. Só conheço gente que reclama, protesta, lamenta e se irrita quando o assunto é fila. Qualquer fila.
Fila do ônibus.
Fila do banco.
Fila do metrô.
Fila do açougue.
Fila do hospital.
Fila do show.
Fila do almoço.
Fila do velório.
Fila do trânsito.
Fila da troca.
Fila do caixa.
Fila do restaurante.
Fila do exame.
Fila da entrevista
Fila da lotérica.
Fila do aeroporto.
Fila do cinema.
Fila do elevador.
E dá-lhe fila. De todo jeito e em todo lugar.
Não queremos nem imaginar que precisamos entrar em qualquer tipo de fila. Fila faz a gente pensar em espera, escassez de tempo, chateação, nervosismo. O duro é quando chega a nossa vez e somos informados que pegamos a fila errada, que raiva!
O tempo está passando. Estamos na fila da vida. Controlar nossas ansiedades até que chegue a nossa vez é fundamental. Espere no Senhor com paciência. Certifique-se na Palavra de que a fila onde está é a certa. Então persista, insista, não desista. Sua vez vai chegar. Sempre chega para quem espera no Senhor.
Paz!


Pare e pense: por que você está fazendo tudo isso? Para que? Por quem? Vamos lá…
Você deve estudar (ou já estudou muito), trabalhar bastante (ou pretende) e tem pouco tempo para descansar e curtir a vida – uma conta estranha, afinal, para que vivemos? Então, logicamente, deve haver uma resposta. Algum motivo deve ter (procure ai no fundo). Talvez seja o simples fato de que“as coisas são assim, esse é o correr natural da vida”. É…certeza?
Quem foi que disse e onde está escrito que você é “obrigado a fazer uma faculdade, ser estagiário, virar trainee, junior, pleno, sênior, gerente, diretor, CEO“? Alguém explica essa equação? Esse não é o fluxo normal que sua vida deve seguir, esse é um fluxo que está aí, mas ninguém é obrigado a seguí-lo.
Qual o problema de você ser garçom em uma lanchonete? Se fosse em Nova Iorque não seria um problema, certo? Você não pode deixar a casa de seus pais e ir morar no centro da cidade porque ele é perigoso e sua vida seria uma bagunça, mas se fosse em Londres não haveria problema algum, certo? Certo? Errado. Errado sim, porque repare bem como somos hipócritas: em seu território (entenda: o local onde você vive) você se priva de várias coisas, de vários desejos, de vários sonhos, mas longe dele, você se liberta.
Será que esse território de “estagiário a CEO” não te prende? Voltemos a algumas perguntas: por que você está fazendo tudo isso? Para que? Por quem?
Antes de continuarmos, veja esse vídeo (aperte o botão CC no rodapé do vídeo para aparecer a legenda):
Ela tem um sonho, um desejo (é claro que nesse caso ela está sendo dirigida, mas me refiro ao texto em si). Todos temos dentro de nós sonhos e habilidades. Normalmente eles se encontram, mas preferimos ocultá-los para satisfazer vontades alheias (comece a reparar). Comece a reparar como existem em você algumas habilidades naturais – coisas que você faz muito bem e nem percebe.São elas que irão te ajudar a entender quem é o profissional que você é. Agora, se você não usar essas habilidades e sua capacidade para realizar seus sonhos, então você viverá para que, para quem, por quê?



Você já ouviu falar que uma sucuri pode comer uma pessoa inteira? Ou que um crocodilo despedaça as presas até a morte? Quando se sentem ameaçados, os grandes predadores do mundo animal representam um perigo para os humanos. Porém, eles são extremamente importantes para manter o equilíbrio dos ecossistemas. Mas afinal, quais são os maiores predadores que existem na natureza? Quais são as suas características?
Segundo o biólogo Luciano Abel, do Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (USP), o "senso comum" normalmente caracteriza o predador como um animal que captura e mata sanguinariamente outro animal para se alimentar. Tecnicamente, entretanto, existe entre os especialistas uma controvérsia a respeito da definição de predação. "Alguns consideram não só a carnivoria, mas também a herbivoria como um tipo de predação. Neste caso, coelhos que ingerem capim, lagartas que comem folhas ou caramujos raspadores de algas, para citar um exemplo marinho, seriam considerados predadores".
O especialista em biologia marinha explica que, ao se limitar apenas à definição mais simples, a predação ocorre quando organismos de uma espécie matam e ingerem indivíduos inteiros de outra espécie ou partes dele. Seguindo esta definição, no ambiente marinho entre os maiores predadores está a orca. Também conhecida como "baleia assassina", pode chegar a 8 m de comprimento.
O biólogo ainda cita os elefantes-marinhos, que atingem cerca de 6,5 m, as lulas gigantes (gênero Architeuthis), as baleias cachalote e os temidos crocodilos marinhos, que despedaçam as presas. Entre os grandes predadores dos mares, ainda estão os temidos tubarões tigre (Galeocerdo cuvier) e branco (Carcharodon carcharias), que podem atingir 7,5 m de comprimento e pesar até 2,5 t.
Já entre os animais terrestres, o especialista em mamíferos e professor de Biologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) Eduardo Eizirik aponta como os maiores predadores o urso pardo e o urso polar. "No Alasca, um urso pardo chega a 800 kg. Um urso polar também pode chegar muito perto disso", afirma o professor.
E entre os felinos, os destaques são o tigre e o leão. "O tigre siberiano pode chegar a 300 kg. Já um leão pode atingir 250 kg". Já no Brasil, o maior predador encontrado é a onça pintada, que atinge em média 120 kg. "Os maiores animais estão no Pantanal, onde já houve registro de onça com 158 kg", aponta Eizirik.
Sucuri pode engolir uma pessoa inteira
Entre os répteis, o professor da Universidade de Campinas (Unicamp) Felipe Toledo destaca as serpentes. "Existe uma discussão de qual seria a maior. A sucuri pode atingir 9 m de comprimento. A píton também chega a esse tamanho, mas a sucuri é mais volumosa, pesa mais", afirma.
De acordo com o biólogo, a sucuri, bem comum na Amazônia e no Pantanal, é capaz de engolir uma presa inteira. "Ela come uma capivara, que é o maior rato que existe no mundo. Até uma pessoa inteira ela pode engolir", afirma ao destacar que ela enrola a presa até que esta perca oxigênio. "É mito que ela quebra os ossos, o que ela faz é sufocar e depois engolir."
Já a píton, originária da África, é comumente domesticada. "É muito usada como animal de estimação. Se criada em casa, fica bem mansa e só ataca a comida", garante o professor.
Além das cobras, Toledo cita como grandes predadores os crocodilos e jacarés. "Os crocodilos marinhos são os maiores, mas no Brasil o maior é o jacaré-açu, encontrado na Amazônia". Ele explica que também há registros de grandes lagartos, que podem medir até 3 m de comprimento.

Fonte: Terra