Jornais diários parecem aqueles festivais de horrores com suas notícias que jorram sangue. Todo dia tem notícia nova. Ou será velha? Afinal, todo dia é mais do mesmo: Marido mata mulher por estrangulamento. Filho mata pai a facadas. Casal queima filha de 5 anos e some com o corpo.Namorado afoga namorada por ciúmes. E por aí vai. Pelo menos uma página por dia é impressa com as desgraças que nos rondam.

A vida e a morte são banalizadas todo dia. A noção de valor ou respeito vai se perdendo. Nas periferias não faltam garotos e garotas que se armam para irem à escola. Se surgir uma crise qualquer esses garotos não têm dúvida quanto ao que fazer, é só sacar a faca, o estilete ou o revólver e resolver a parada. Hoje, milhares estão nascendo de qualquer sexo casual, e também milhares vão morrendo por qualquer casualidade.

Morrer por amor foi a lição que Cristo deixou. Muitos compreenderam e também deram a vida pelo evangelho, a história dos mártires está aí a disposição para quem quiser conferir. Morrer pela causa do evangelho é ainda um sentimento que move inúmeros missionários em todo o mundo. Em geral, os perseguidores dos cristãos exigem que estes neguem e renunciem a Cristo para terem a vida preservada. Uns aceitam, outros não. E assim a história vai sendo escrita.

Os que morrem, entendo. Os que matam, me recuso a aceitar. Muitos dos que matam, dizem que o fazem por amor, para defender os deuses deles. De ambos os lados, ocidente e oriente, cristãos e não cristãos, sangue já foi derramado por ódio, e não por amor. Olhemos para a vida como quem aceita morrer de amor por ela, e só. Gandhi, diante deste dilema humano, disse: Eu morreria pela causa, mas não há causa alguma pela qual eu esteja disposto a matar.

As violências da nossa família, da nossa rua, do nosso bairro, da nossa cidade, do nosso país, podem ser redimidas pela nossa capacidade de fazer morrer o ódio e prevalecer o amor. Pense, lute, viva e morra usando apenas as armas do amor.

Paz!

 

Fonte: Cálice da Vida

Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus (1Ts 5.18).


Quem frequentemente demonstra sua gratidão com atitudes e palavras não acumula mágoas, é muito mais simpático com as pessoas e feliz com Deus. É também alguém que sabe dizer aos outros: “Muito obrigado” e “Estou agradecido pelo que você fez”. Estas expressões tornam os relacionamentos mais agradáveis e mostram boa educação, já que não deixam a impressão de que os outros têm a obrigação de fazer as coisas para nós. Aliás, mesmo quando alguém é pago para executar uma tarefa, cabe um agradecimento. 
É verdade que devemos demonstrar nossa gratidão às pessoas, mas também precisamos agir assim em relação a Deus. Em toda a Bíblia somos incentivados a dar graças ao Senhor. Ele fez e faz tantas coisas por nós – e nem sempre percebemos todas as suas dádivas. Devemos agradecer a Deus por tudo, inclusive quando passamos por problemas e chegamos a pensar que ele nos abandonou. Talvez você pergunte: “Devo agradecer a Deus também pelas coisas ruins que me acontecem?” A resposta é sim. No versículo em destaque, o apóstolo Paulo ensina que em todas as circunstâncias devemos ser agradecidos a Deus. Paulo passou por situações boas e más e escreveu que a gratidão “é a vontade de Deus em Cristo Jesus” para cada um de nós. Comece a dar graças a Deus por tudo em sua vida e ela se tornará bem mais “leve”. Eu sei como é difícil ser agradecido a Deus e louvá-lo quando na verdade você quer xingar, explodir e se livrar de situações ou pessoas. Mas quando somos gratos a Deus por tudo, nossa atitude faz com que a situação mude ou então transforma a nossa visão quanto a ela. Portanto, agradeça a Deus em todas as circunstâncias de seu dia a dia e sinta a diferença que isto faz. - HK 
Agradeça a Deus por todas as coisas e situações.

Fonte: Guia-me

"Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes." 1 Co 1:26-29.

No dia 15/12/2010 às 11:29 o Criador do Facebook foi eleito a pessoa do ano pela revista norte-americana 'Time'. Mark Zuckerberg foi elogiado pelos métodos de administração e resultados da maior rede social do planeta o Facebook, e considerado uma pessoa extremamente influente e importante para o mundo.

Neste mesmo dia o seu Zé estava no fundo de sua casa carpindo a grama de seu quintal. Havia passado o ano inteiro falando de Jesus, procurando ser honesto e fazendo o bem sem olhar a quem. Mas o seu Zé não estava entre as pessoas mais importantes e influentes do mundo, pois não tinha nenhum dos requisitos pautados pela revista “TIME”, para ser considerado o homem do ano. Mas quem comprova que o seu Zé é menos importante? E Deus o que diria quem escolheria? E qual foi o critério usado para esta avaliação? O que Deus diria a esse respeito.Partindo deste pensamento veremos pela proposta bíblica que a sabedoria Divina em sua escolha desconsidera qualquer padrão humano e desta forma torna-se loucura para o mundo.


Mas então quais são os critérios do chamado Divino?


Nos versículos 26 e 27 de 1 Co encontramos 3 critérios quanto ao chamado divino.


1º Critério: DEUS NÃO CHAMA SEGUNDO A CAPACIDADE HUMANA.

Neste texto PAULO nos mostra que na igreja de Corinto, haviam pessoas que foram chamadas para o ministério da pregação da palavra de Deus, porém destes que foram chamados poucos eram realmente sábios e entendidos.

Ao falar estas palavras, o apóstolo deixa bem claro que o critério usado por Deus para o chamado Divino não se estabelece em procurar aqueles que aos olhos humanos são realmente capazes. Absolutamente não! Deus não vê como o homem vê. Deus vê o coração e não a aparência. Repare bem como a BV relata: Observem entre vocês mesmos, queridos irmãos, que poucos de vocês que seguem a Cristo têm um nome importante, o próprio Paulo argumenta que não são estes os escolhidos, mas pelo contrario Deus fez escolhas que o mundo considera absurdas e desprezíveis para envergonhar aqueles indivíduos que o mundo considera grandes e capazes.

Deus não nos chama para mostrar do que o homem é capaz! Deus chama aqueles que o mundo desvaloriza para mostrar que em suas mãos eles podem fazer muito mais do que os grandes e poderosos homens da terra. A escolha de Deus não parte do critério de importância social, ou de status, mas sim do grau de dependência com o Divino, pessoas incapazes sendo capacitadas por Ele.

Homens simples, que confiam mais em Deus do que em sua própria sabedoria. São estes os chamados e também são estes que realmente fazem a diferença.

Foi por este motivo que Mateus relata no cap 4 que Jesus ao começar o seu ministério e indo buscar os seus discípulos não foi nos grandes centros da cidade de Jerusalém, atrás de homens que tivessem a sua foto estampada na capa da revista “TIMES DE JERUSALÉM”. Não!


Jesus foi procurá-los na beira de riachos onde estavam homens que não passavam de pescadores anônimos, porem confiavam exclusivamente em Deus e não em sua importância e influencia no mundo, quanto a sua capacidade. Deus capacita os seus escolhidos.

Após ver que Deus não chama segundo a capacidade humana, vejamos o segundo critério do chamado Divino.

2º Critério: DEUS CHAMA AQUELES QUE O MUNDO DESPREZA.

Nesta mesma congregação estes que se consideravam mestres em certas “filosofias” estavam dando mais credito aos pregadores do que a própria mensagem da Cruz. Está mesma cruz estava se tornando escândalo para estes irmãos. Isto estava acontecendo porque em suas vãs sabedorias, Cristo não tinha lugar algum. O sacrifício da cruz estava sendo anulado e o homem estava sendo exaltado mais do que o próprio Deus. Mas Paulo exorta-os pela inspiração divina, acompanhe na NTLH os versículos 27 e 28: Para envergonhar os sábios, Deus escolheu aquilo que o mundo acha que é loucura; e, para envergonhar os poderosos, ele escolheu o que o mundo acha fraco. 28 Para destruir o que o mundo pensa que é importante, Deus escolheu aquilo que o mundo despreza, acha humilde e diz que não tem valor. A escolha humana é contrastada com a divina nestes versículos. Deus de forma alguma despreza o fraco e incapaz. E para mostrar o critério do chamado divino Deus confunde aqueles que se acham sábios, escolhendo os considerados loucos e fracos para a sabedoria humana.

Um exemplo claro disso está em 1 Sm cap.17 quando a nação de Israel estava em batalha com os filisteus e um gigante guerreiro os desafiou. Quem chamar nesta hora? O mais forte general? O rei com sua infinita sabedoria e que tinha o domínio do exercito em suas mãos? Não! Deus chamou o menos importante naquela história, um jovem desprezado, o menor na casa de seu pai. Deus chamou um jovem chamado Davi que não era assim tão forte, e muito menos fazia parte do exercito, porem confiava somente em Deus. Isto nos mostra que o critério Divino ao chamar uma pessoa parte daqueles que o mundo despreza.

Agora vejamos porque Deus usa estes critérios!


3º Critério: DEUS FAZ ISSO PARA QUE NINGUÉM SE GLORIE EM SI MESMO.

Paulo alerta a estes irmãos para não caírem mais nesta artimanha maligna de exaltar o homem e negar a gloria devida a Deus.

O maior erro do ser humano é achar que pode ser independente de Deus. Que pode viver por sua própria capacidade. Para estes que assim pensam, Deus usa estes critérios para reduzir a nada aqueles que se acham dignos de crédito. Nenhum ser humano pode gloriar-se no que fez porque a única obra patenteada pela humanidade foi a de cair em pecado. E isto não é digno de honra! Porém Jesus nos fez aceitáveis diante de Deus, nos reputou como justos e santificados por sua obra redentora. Ao ser pendurado no madeiro o morrer pela humanidade nos deus a maior oportunidade do mundo a de sermos realmente sábios se escolhermos gloriar-se no Senhor e abandonar nossa arrogância e prepotência que nos afasta de Deus, porque são estes que Deus têm chamado!

O que fica claro até aqui é que qualquer padrão de escolha que o mundo têm não se compara com a forma com que Deus nos chama para a realização de sua obra. Diante dEle nossa capacidade e sabedoria é reduzida a nada e somente por sua misericórdia faz de nós pessoas dignas de algum reconhecimento. O reconhecimento de que precisamos dEle em todo tempo. Que Deus nos ajude sempre a gloriar-se no Senhor Jesus ao qual nos Deus vida.

 

Fonte: Sombra da Cruz

Cego e tranquilo – é assim que o amor vai te deixar. Pelo menos se o romance ainda forrecente.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Bar-Ilan, em Israel, convidou 112 participantes, entre solteiros e pessoas que namoravam há menos de três meses, para assistir a seis vídeos (cada um com um tipo de mensagem: negativa, positiva ou neutra). Enquanto viam os filmes, eles passavam por exames de eletrocardiograma para mostrar as mudanças noritmo dos batimentos cardíacos, controlado pela respiração.

Durante os filmes com mensagens negativas, os 55 solteiros tiveram menor variação no ritmo dos batimentos cardíacos – e isso é associado ao estresse (em situações de relaxamento ocoração normalmente bate em vários ritmos diferentes). “Enquanto os solteiros tiveram diminuição na arritmia respiratória, que indica um estresse fisiológico, essa queda não foi observada entre os novos amantes”, conta Inna Schneiderman, líder da pesquisa. Os apaixonados registraram variações cardíacas normais e saudáveis.

Pesquisadores suspeitam que a ocitocina, chamado de “hormônio do amor” (responsável pelosentimento de ligação que temos com nossos amigos, familiares e amores), seja a culpada. Esse hormônio é liberado, por exemplo, quando abraçamos ou beijamos alguém – e ele ajuda a dar ao corpo uma sensação de bem estar e a reduzir o estresse. Especula-se que o corpo dosapaixonados produza mais ocitocina do que o dos solteiros. Logo, eles ficam menosestressados.

Sem contar o otimismo dos recém-apaixonados – tudo é lindo. E aí nem mesmo os filmes negativos parecem abalar o bom humor deles.

Não dá para discordar muito, né?

 

Fonte: Super Interessante

Os pedidos de socorro não param de chegar. Estou perplexo. São pedidos feitos por jovens, casais, consagrados, tanto novos como velhos na fé. É muita gente gemendo de dor, medo e fraqueza.Fecho os olhos e imagino a cena: Centenas encurralados num paredão enquanto apenas um, com uma metralhadora, vai fulminando a todos. Tudo lembrando o efeito dominó com um crente caindo após o outro.

As seduções, as armadilhas, as ciladas, as tentações, os erros, os pecados em que se cai são os mesmos a cada geração, drogas, sexo, dinheiro, poder, inveja, ódio, raiva, ciúme, traição. É incrível, histórias diferentes narram tragédias provocadas sempre pelos mesmos esquemas e situações.

Olho ao meu redor e percebo aumentar o número do crente cai-cai. A expressão cai-cai lembra antigas músicas e brincadeiras, e é por isso que a escolhi. As repetidas quedas pelos mesmos motivos através de pessoas, desculpas e interesses diferentes, acabaram por provocar mais deboche do que pena, dó ou compaixão.

O pecado para um bom número de pessoas virou farra, ficou engraçado mesmo sem ter a menor graça. Não será incomum você encontrar rodinhas de crentes fazendo piada por conta das intermináveis quedas do próximo. No lugar do choro, deboche. No lugar da oração, piada. No lugar de estender a mão para ajudar, um empurrão para afundar um pouco mais. Ou seja, a figura do cai-cai se tornou rotineira como rotineiro se tornou o pecado.

Uma citação de G. K. Chesterton facilita nossa compreensão: É sempre fácil cair, há um número infinito de ângulos que levam alguém a cair, mas apenas um que mantém de pé.

É fato. As variáveis para cairmos são muitas. E por vezes caímos, tornando-nos, nós mesmos, o crente cai-cai da vez, aí, a misericórdia que talvez não tivemos se voltará contra nós em forma de julgamentos e zombarias. O que em nada ajuda, só faz aumentar a zoação com os que são chamados de cai-cai, quando na verdade muitos são vítimas de fraquezas que carecem de ajuda, compreensão e perdão. O manter-se em pé, no entanto, não oferece alternativas, somente andando nAquele que é o caminho, a verdade e a vida, o Senhor Jesus. E mesmo assim, andando com Jesus, vale, e vale muito, o conselho de Paulo: Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia. I Coríntios 10.12.

 

Fonte: Cálice da Vida

Depois de recusar umas três ou quatro vezes, você, enfim, topou sair com o pessoal do trabalho. Em pleno sábado. Só que surgiram outras propostasbem mais legais: churrasco com o pessoal da faculdade, balada com bebida liberada por 30 reais, cerveja com um paquera. E aí, você inventa umadesculpa ou conta logo a verdade aos amigos do escritório? Se você é desses que prefere mentir, reconsidere: essas mentirinhas fazem mal à saúde.

Foi o que descobriu um grupo de psicólogos da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos. Eles reuniram 110 pessoas, de 18 a 71 anos, e as separaram em dois grupos. Um deles foi instruído a evitar mentiras por 10 semanas, enquanto os outros não receberam nenhuma recomendação especial. A cada sete dias, todos os voluntários tinham de ir até o laboratório para completar questionários sobre saúde e para passar por um detector de mentiras para descobrir quantas vezes haviam enganado alguém na semana.

Ao longo do teste, o grupo dos não-mentirosos mostrou uma melhora na saúde física e emocional. Quando deixavam de contar pelo menos três mentiras(importantes ou não) durante a semana, cortavam até quatro reclamações sobre tensão ou melancolia e outras três sobre dores de cabeça ou garganta. No outro grupo, quando os participantes cortavam três mentiras, relatavam até duas reclamações a menos sobre a saúde mental e uma a menos sobre problemas físicos.

Ok, segundo a pesquisa, uma vida com menos mentiras parece reduzir o estresse do dia-a-diae evitar alguns incômodos físicos e emocionais. Mas dá mesmo para fugir das desculpinhas? Será que não daria ainda mais dor de cabeça ser sincero o tempo todo?

 

Fonte: Umap-Vca